Mais de 6 mil assistem à Encenação do Achado de Nossa Senhora Aparecida

A margem direita do Rio Mongaguá, no Centro da Cidade, recebeu mais de 6 mil espectadores durante a apresentação da Encenação do Achado da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, na noite de sábado (8).

Essa foi a décima edição do espetáculo, que pela primeira vez contou com a participação de atores profissionais e a organização do Instituto Histórico e Cultural de Mongaguá. Antes, a encenação ficava por conta dos fiéis da Igreja Matriz e da comunidade.

A história encenada começa na Corte Portuguesa, em 1717, quando Dom João V (Ronaldo Ciambroni) ordena que o Conde Assumar (Marcelo Galvão) fiscalize o ouro que estava sendo extraído no Brasil.

A segunda cena se passa já na Vila de Santo Antônio de Guaratinguetá, quando a esposa (Arlete Montenegro) do encarregado da Vila (Denis Derkian) sugere que os pescadores saiam em busca de peixes para fazer um banquete.

Apesar dos esforços, passando a rede no Rio Paraíba, os pescadores não obtêm sucesso. Eles rezam pedindo apoio e acham o corpo e a cabeça de uma imagem. Em seguida, encontram peixes e creditam o milagre à santa, que passam a chamar de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

No terceiro painel instalado na margem esquerda, a princesa Isabel (Esther Góes)  agradece à Nossa Senhora por ter engravidado e a coroa Rainha do Brasil, com manto e coroa cravejados de pedras preciosas. A encenação foi encerrada com uma procissão de barcos.

Além dos atores acima, participaram do espetáculo Valéria Di Pietro (Rainha Dona Maria), Jefferson Cardoso (mensageiro do Governador) e Isis Failes (Condessa Assumar).

Também formaram o elenco 300 pessoas da comunidade católica, alunos do Pró-jovem, Projeto Girassol, Projeto Conviver, Colônia dos Pescadores de Mongaguá, Instituto Histórico e Cultural de Mongaguá, comunidade indígena da região, Guarda Civil Municipal, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.

“Fico emocionado por Mongaguá promover uma encenação como essa, com artistas e a comunidade envolvidos por um único objetivo, contar a história da nossa Padroeira”, afirmou o prefeito, Paulo Wiazowski Filho, o Paulinho.

A organizadora da encenação e presidente do Instituto Histórico e Cultural de Mongaguá promete novidades para a 11ª edição, em 2012. “Se Deus quiser, no ano que vem teremos um espetáculo ainda mais grandioso”, disse.

 

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